NFTs apontam futuro do mercado de arte

Bitcoin se transformou em ativo de investimento do mercado financeiro, o que impulsionou o surgimento de novas criptomoedas e plataformas como a Ethereum

O mercado de arte existe desde o século 19. Ou seja, desde aquela época, a arte já era considerada uma commodity, um bem a ser adquirido não apenas pelo seu valor artístico, mas também por ser um investimento — é muito raro uma obra de arte ser desvalorizada ao longo do tempo.

Foi entre os cypherpunks que surgiram as primeiras ideias sobre uma tecnologia que possibilitasse mais acesso, segurança e privacidade. A blockchain e o Bitcoin foram rascunhados nesse ambiente de discussão.

Contudo, o Bitcoin se transformou em ativo de investimento do mercado financeiro, o que impulsionou o surgimento de novas criptomoedas e plataformas como a Ethereum.

A blockchain, então, serviria para mais do que transações financeiras, poderia criar documentos, certificados digitais ou tokens que garantiriam a origem e posse daquela informação em um ambiente tecnológico altamente seguro.