Amaro abre 7 megastores de 1.500 metros quadrados em shopping centers

Empresa está de olho na volta aos shoppings e quer ampliar tanto reconhecimento de marca quanto vendas, sem perder DNA digital

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De olho na volta dos consumidores ao varejo físico, a Amaro vai abrir sete novas lojas no Brasil. O movimento marca a estreia da companhia em quatro cidades: Salvador, Recife, Brasília e Goiânia e reforça a presença em outras três: Porto Alegre, São Paulo e Curitiba.

A loja de roupas Amaro nasceu digital, mas logo percebeu que precisava investir no mundo físico. A varejista, que tem peças femininas para usar no trabalho ou no carnaval, cresce com a expansão de lojas físicas, que permitem que mais consumidores conheçam a marca. 

Sete megastores

A retailtech informou que as novas sete megastores terão tamanhos entre 1.000 e 1.500 metros quadrados, todas em shoppings centers. Com as inaugurações, a Amaro terá 20 lojas físicas no Brasil. Nos espaços, os clientes conseguem experimentar produtos que são vendidos no e-commerce e comprar na hora.

A marca foi fundada em 2012 por Dominique Olivere Lodovico Brioschi, como um e-commerce que vendia vestuário feminino de marca própria. Três anos depois, abriu o primeiro guide shop em São Paulo e, de lá para cá, colocou mais 12 em funcionamento, com metragens entre 100 e 500 metros quadrados.

Alta de 50%

Oliver afirmou que está cumprindo uma alta de 50% em 2021 ante 2020. Hoje, um em cada quatro pedidos é feito em uma das lojas físicas e, com essa expansão, o estimado é que isso passe para um em cada três, informou. Assim, é esperado um aumento de 25% para 33% em participação na receita de vendas.

O CEO da Amaro disse que o plano é ter, pelo menos, uma grande loja por capital nos próximos anos. Oliver não arrisca números e nem revela o aporte feito para a abertura das megastores, mas, segundo ele, tem investimento sendo feito em logística, pessoas e processos.

Experimentação de produtos

Com a novidade, Amaro pretende incentivar a experimentação de produtos que precisem de um contato físico e trazer mais conveniência para os consumidores. A decisão está alinhada com o momento pelo qual o Brasil passa. No pós-pandemia, as compras no varejo físico vêm retomando seu protagonismo.