Investimento nas agtechs ultrapassa US$ 160 milhões no Brasil

Segundo relatório do Distrito, 40% dos aportes ainda se dão em estágios iniciais

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Os investimentos nas agtechs brasileiras, startups voltados ao agronegócio, ultrapassaram US$ 160 milhões. O valor é referente aos aportes realizados desde 2009, segundo o Distrito Mining Report – Agtech 2021. De acordo com o estudo, cerca de 40% dos aportes ainda se dão em estágios iniciais, como o Seed.

2020 foi o melhor ano da história, até então, com US$ 67,3 milhões aportados ao longo 18 rodadas. Uma observação, no entanto, é que no ano passado um único aporte, realizado na startup de agricultura de precisão Solinftec, teve o valor de US$ 60 milhões. Em 2021, as agtechs levantaram US$ 4,7 milhões em sete aportes até agora.

De 2019 para cá, foram seis aquisições no setor. O estudo do Distrito mapeou um total de 298 startups voltadas para o agronegócio, com predominância para as empresas que atuam na área de agricultura de precisão (38%). Há também empresas de segmentos como biotecnologia, automação e robotização e soluções de marketplace.

Segundo o relatório, as maiores agtechs do países são Solinftec, Agrosmart, BoosterAgro, Xmobots e GlobalYeast. O índice leva em conta fatores como número de funcionários, faturamento presumido, funding captado e métricas de redes sociais.