Auxílio emergencial será renovado ‘por dois ou três meses’, diz Guedes

Ministro da Economia não detalhou o valor das novas parcelas, que hoje variam de R$ 150 a R$ 375

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou nesta terça-feira (8), que o governo deve renovar o auxílio emergencial por “dois ou três meses”. Segundo o ministro, há compreensão de que a pandemia deve ficar “sob controle” nos próximos 60 a 90 dias, com o avanço da vacinação nos Estados.

Com isso, o pagamento, que estava previsto para terminar em julho, pode ser ampliado até outubro. De acordo com Guedes, a previsão dos governadores é de que toda a população adulta estará imunizada até o fim de setembro, mas deixou a porta aberta para mais uma renovação em caso de frustração nessas previsões.

O ministro informou que a prorrogação por dois meses do benefício custaria R$ 18 bilhões. Ele reforçou que as estimativas de crescimento econômico para este ano estão sendo revisadas para cima e, no caso da equipe econômica, conservadoramente espera uma expansão do Produto Interno Bruto entre 4% e 5%.

Guedes ressaltou ainda que o país está indo “em direção a dias melhores com a aceleração da vacinação” e que “o Brasil vai atravessar as duas ondas da pandemia e sairá maior e mais resiliente”. A decisão de o auxílio emergencial, que termina em julho, ser renovado por mais dois ou três meses será uma decisão do presidente Jair Bolsonaro