Empresa cresce em meio à pandemia ao transformar elementos da natureza em biojoias

Negócio pernambucano investiu em marketing digital e viu o faturamento médio mensal passar de R$ 30 mil em 2020 para R$ 54 mil em 2021

Foto: Reprodução

O que brota da terra é transformado pelas mãos de artesãos de uma pequena empresa de Recife, em Pernambuco, em acessórios de moda. Chamadas de biojoias, os acessórios são feitos a partir de flores, sementes, folhas e galhos, e recebem camadas de metais nobres e são finalizadas em banhos de cobre, prata 1000 ou ouro 24k que vão durar para sempre.

Para sair do cenário de crise econômica visto em vários setores em meio à pandemia de Covid-19, a A Verde investiu cerca de R$ 60 mil em um plano de marketing digital. O site da marca ecológica foi repaginado e a empresa aumentou a presença nas mídias sociais. Com as ações, o faturamento médio mensal do negócio cresceu de R$ 30 mil em 2020, para R$ 54 mil em 2021.

Eternização de materiais

Criado em 2011 por Fernanda Dubeux, após seis meses de planejamento e com investimento de R$ 40 mil, a empresa fornece, além das biojoias, eternização de buquês de noivas, arranjos, bem como de outros materiais que possuam valor afetivo para o cliente. Com a técnica, as peças viram objetos de decoração – o valor varia de R$ 250 a R$ 2,1 mil.

De acordo com Dubeux, logo no início, os maiores desafios foram fazer as pessoas entenderem que o produto se tratava de uma flor de verdade e depois um brinco de verdade, além do processo de confecção. Segundo ela, cada flor tem um jeito diferente de ser feita. Então, no começo, era muita tentativa e erro, até terem um crescimento significativo.