Pandemia não afeta produção de alimentos e bate novo recorde

A produção deve aumentar 8,6% superando 135 milhões de toneladas

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Se por um lado a pandemia de Covid-19 foi inimiga de vários setores do mercado, os deixando estagnados durante meses com a crise econômica, outros segmentos já conseguiram driblar a situação com maestria. Mesmo sem ter chegado ao fim, a produção de alimentos tem tudo para renovar seu recorde.

Para esse ano, já é esperada a maior safra de soja da história antes mesmo dos agricultores finalizarem a colheita. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve aumentar 8,6% superando 135 milhões de toneladas.

Maior produtor de soja

A soja já tem seu lugar de recorde, seus resultados positivos dão ao Brasil o título de maior produtor do grão. Além dela, quem também já caminha em direção a recordes é o feijão, milho e trigo. Quanto mais eficiente o país se torna, maior sua produção de alimentos.

A Cobab prevê uma safra de grãos com 273,8 milhões de toneladas, alta de 6,5% sobre a temporada anterior. No período de três décadas, enquanto a área teve avanço de 1,8, a produção cresceu quase cinco vezes mais.

Os resultados positivos podem se associar, por exemplo, ao emprego de tecnologia e à modernização do campo, diante disso, o agronegócio é considerado um dos setores mais competitivos da economia brasileira.

Combustível para a receita

Atualmente, o agronegócio é um combustível de suma importância para a receita de exportação no país. Nos últimos meses, mesmo diante de crise econômica, ele faturou maia de US$ 100 bilhões com as vendas para o exterior. No ano passado, o agronegócio impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB), saindo de 20,5% para 26,6%, com quase R$ 2 trilhões.