Brasil está em 25º no ranking de países com mais mulheres em cargos de chefia; Jordânia lidera

De acordo com a OIT, as mulheres têm maior probabilidade de ocupar cargos de chefia em recursos humanos, administração, finanças, marketing ou relações públicas

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Um levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta semana apontou que o Brasil está em 25º no ranking de países com com maior percentual de mulheres em cargos de chefia, com 39,4%. Contudo, em lugares como Jordânia e Ilhas Cook, no Pacífico Sul, as chances de ter uma chefe mulher já são maiores.

A Jordânia, no Oriente Médio, é o país com maior percentual de mulheres em cargos de gerência em todo o mundo. No país, 62% dos cargos de chefia são ocupados por mulheres, segundo a pesquisa. Em seguida, aparece as Ilhas Cook, com 59,8%.

Os Estados Unidos ocupam o 21º lugar, com 40,7% de participação de mulheres em cargos gerenciais. Já o país europeu com a melhor classificação é a Bielorrússia (49,1), seguida pela Letônia (45,8%) e pela Moldávia (45,7%), respectivamente. Os países asiáticos e africanos ocupam classificações inferiores, com algumas exceções. As Filipinas (50,5%), por exemplo, ocupam o 6º lugar no mundo e alcançam a igualdade de gênero na gestão.

Apesar dos bons índices em alguns países, a OIT afirma que as mulheres têm maior chance de ocuparem cargos de chefia em recursos humanos, administração, finanças, merketing e relações públicas — áreas que a organização define como funções de apoio aos negócios.

Confira o ranking:

  1. Jordânia – 62%;
  2. Ilhas Cook – 59,8%;
  3. Santa Lúcia – 57,3%;
  4. Botsuana – 54,5%;
  5. Honduras – 50,9%;
  6. Filipinas – 50,5%;
  7. Bielorrússia – 49,1%;
  8. Seychelles – 47,7%;
  9. Panamá – 47,4%;
  10. Cabo Verde – 46%;
  11. Barbados – 46%;
  12. Letônia – 45,8%;
  13. Moldávia – 45,7%;
  14. Rússia – 44,7%;
  15. El Salvador – 44,3%;
  16. Mongólia – 43,7%;
  17. Polônia – 43%;
  18. Islândia – 41,9%;
  19. Ucrânia – 41,3%;
  20. Costa Rica – 41%;
  21. Estados Unidos – 40,7%;
  22. República Dominicana – 40,4%;
  23. Suécia – 40,2%;
  24. Eslovênia – 40,1%;
  25. Brasil – 39,2%.