Dono de uma startup de tecnologia, bilionário mais jovem do mundo tem 25 anos

Austin Russell fatura alto com uma empresa de tecnologia que cria sensores para carros autônomos

Austin Russell, dono da Luminar Technologies (Foto: Reprodução)

O americano Austin Russell conseguiu se tornar o bilionário mais jovem do mundo por ação de sua empresa Luminar Technologies, uma startup centrada no desenvolvimento e comercialização de tecnologia para veículos autônomos. Além disso, o empreendedor de 25 anos também é o mais jovem bilionário autodidata do mundo.

Em entrevista à Forbes, o executivo afirmou que seus dias têm sido intensos e exaustivos, mas muito recompensadores. Segundo ele, apesar de ainda ser relativamente jovem, tem investido muito sangue, suor e lágrimas em seus negócios.

Peter Thiel, cofundador do PayPal, que já é conhecido por oferecer bolsas de US$ 100 mil a jovens extraordinários e talentosos desde cedo, está entre os seus investidores. O objetivo de Thiel é que esses jovens possam abandonar a faculdade e seguir seus sonhos. Foi assim que ele ajudou Austin Russell a abrir sua empresa.

Austin relata que já demonstrava inúmeros talentos antes de se tornar bilionário. Com apenas dois anos, ele memorizou a tabela periódica; quando estava na sexta série, ele reconectou seu controle de videogame a um celular, pois seus pais o proibiram de jogar; aos 13, chegou a patentear um sistema de reciclagem de água subterrânea.

Quando ainda era adolescente, o empreendedor observou que algumas empresas estavam fabricando sensores a laser e decidiu que queria tornar essa tecnologia mais acessível. Atualmente, ele aperfeiçoa o Lidar, um tipo de sensor que auxilia os carros a “enxergar” o que está nos arredores, através de feixes de laser. A tecnologia, fundamental para veículos autônomos, conquistou clientes como Volvo, Daimler e Intel’s Mobileye.

Conforme a Entrepreneur, um relatório da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos estima que, embora a startup registre vendas de US$ 15 milhões em 2020, ela pode movimentar US$ 1,3 bilhão até 2026. Austin diz que seu objetivo é que essa tecnologia esteja integrada a todos os veículos produzidos globalmente.