Caju integra o ecossistema de startups e promete mais inovação para o mercado

A Caju é considerada forte entre outras como Loft, Gupy e Revelo

Foto: reprodução

O mercado de startup ganha um potencial e inovador aliado. Fundada em 2019, a Caju entra no jogo a fim de subir ao topo e movimentar o oligopólio. Em estado de mesmice há alguns anos, este ecossistema funciona à base de quatro players, Alelo, Sodexo, Ticket e VR. Com aporte de R$ 13 milhões, a Caju passa a integrar o grupo e promete fazer bem diferente do normal, até o momento.

O diferencial que promete fazer da startup uma das mais indicadas para os clientes, é sua capacidade de juntar todos os benefícios em um recurso apenas. Diferente das outras empresa citadas, a Caju entra no jogo com um cartão único, agregando todos os tipos de benefícios. Outra novidade que atrai é a possibilidade do usuário realocar recursos de um benefício para outro, ficando mais dono do dinheiro.

Seis contas

Integram os recursos disponíveis por meio do cartão da startup seis contas, alimentação, refeição, mobilidade, cultura, saúde e estabelecimento. Cada tipo de recurso é reconhecido no momento do pagamento, sendo descontado apenas daquela determinada conta. Quanto às transações e benefícios, oferecendo um serviço mais compacto, mas ao mesmo tempo completo, aumentam as chances de serem escolhidas pelos contratantes por suas melhores condições comerciais.

Eduardo del Giglio, fundador da Caju disse que isso chega a ser anti econômico: o rebate é uma espécie de cashback que poderia estar indo para o funcionário mas está ficando com a empresa. A taxa de intercâmbio chega a mais ou menos 1,5% das transações, já que o modelo usado pela startup é diferente quanto à sua monetização. A Caju é considerada forte entre outras como Loft, Gupy e Revelo. A rede tem distribuídas 400 empresas com um quadro formado por 15 mil funcionários.

As empresas interessadas em fazer parte do programa de benefícios da startup, precisam fazer uso do benefício fiscal do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), pelo grande número de beneficiários cadastradas, a Caju cogita o lançamento de “arranjos fechados” de pagamentos, cadastrando estabelecimentos.

3% de transação dos lojistas

O fundador da startup reforça que, para esse procedimento, a empresa vai cobrar uma taxa de cerca de 3% por transação dos lojistas, metade da média que as empresas de benefício cobram hoje.