Cédula de R$ 200 passará a circular em agosto

Neste ano, serão impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200

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Prevista para começar a circular em agosto, a cédula de R$ 200 teve autorização de lançamento. De acordo com o Banco Central, a permissão foi dada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e vai ter estampada o personagem de um lobo-guará.

Neste ano, serão impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200. Após 18 anos sem nenhuma permissão para serem lançados valores em real, a cédula de R$ 200 foi anunciada, acontecimento que repercutiu a ponto de causar alvoroço nas redes sociais e dezenas de memes envolvendo a novidade.

Fase final de testes de impressão

Carolina de Assis Barros, diretora de Administração do Banco Central revelou que a nova cédula ainda está em fase final de testes de impressão e que a “boa prática internacional” recomenda que não sejam revelados os elementos da cédula até estar pronta.

Até o momento não há nenhuma imagem da nova célula. Hoje, existem seis tipos delas circulando: R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100. A instituição está atenta à demanda da população por mais meio circulante. Se a demanda existe, precisamos entender. Não se sabe por quanto tempo essa demanda adicional por dinheiro vai durar, relata Carolina.

Imagens de animais de extinção

Além da nova cédula, também serão impressas 170 milhões de cédulas de R$ 100, para isso, foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional a verba de R$ 113,4 milhões. Carolina acrescentou que eles possuem um sistema de metas. No momento, a inflação é baixa, estável e controlada. O Banco Central fez uma pesquisa em 2001 e selecionou para as cédulas uma lista de imagens de animais de extinção.

Como nas demais cédulas, tem elementos de segurança robustos e capazes de proteger de falsificação. Quanto mair o valor, maior é a preocupação, diz Carolina.

A decisão para essa novidade gira em torno de alguns motivos, o primeiro deles foi a procura por cédulas para reforçarem o “estoque” de dinheiro em casa. Além disso, o pagamento do auxílio emergencial exigiu mais dinheiro, consequentemente mais impressão de novas cédulas, já que a maioria dos beneficiários sacaram o benefício em espécie.