‘Ghost of Tsushima’ é lançado com exclusividade para o PlayStation 4

O jogo se passa no século XIII e conta a história de Sakai Jin, um guerreiro sobrevivente a invasão mongol

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Chegou ao universo dos games, ontem (17), “Ghost of Tsushima“, que em primeira mão vem sendo bastante comentado por seu toque de simplicidade que não alterou seu poder de conquista. O jogo, que é exclusivo do PlayStation 4, gira em torno de samurais em um mundo aberto. Mesmo com porte básico, já é considerado um dos melhores games do ano.

“Ghost of Tsushima” já começa a ser temido pelos concorrentes, o master game do PS4, Sekiro: Shadows die twice, coroado no Game Awards como o melhor do ano de 2019, enfrenta um grande adversário. “Ghost of Tsushima” já caiu nas graças do fãs de Sekiro, mas ainda precisa de muitas modificações para ser considerado apto de conquistar o lugar de melhor jogo.

Uma falha que não passou desapercebido diz respeito ao acabamento do jogo antes de seu lançamento oficial, poucos dias antes de ser divulgado, “Ghost of Tsushima” precisava de alguns retoques. Mesmo diante deste ponto negativo, vale a pena apreciá-lo, já que envolve atividades das mais variadas e respeito à cultura e à história japonesa.

Enrendo de “Ghost of Tsushima”

O jogo se passa no século XIII e conta a história de Sakai Jin, um guerreiro da pequena ilha de Tsushima que é um sobrevivente de uma invasão mongol. A missão de Sakai é recrutar uma equipe com aliados dispostos a lutar contra um exército e expulsar o império, salvando o resto do país.

A história carrega um grande dilema com direito a Sakai dividido entre o dever de manter o código de honra dos samurais e táticas de guerrilha e de terror, como furtividade e sabotagem.

A narrativa do jogo não é considerada uma das mais elaboradas para o segmento samurai, mas ainda assim, o diferencial de dar a acessibilidade dos jogadores irem para a maior parte dos territórios dá ao game o engajamento que ele vem apresentando entre o público.

Diante de dúvidas e desapontamentos, o jogo apresenta acabações mal feitas, exemplo disso é como uma capa que constantemente se mistura à roupa do protagonista, ou rochas que mais parecem papéis de parede sem qualquer solidez.

Mesmo sendo um jogo com maior liberdade para o jogador, não deixa de vir ao caso um gosto de que a ilha de Tsushima podia abrigar algo realmente revolucionário. É possível que o público aguarde novos desfechos e, junto a eles, novas visitas, mas o verdadeiro legado do Fantasma é seu potencial e algumas grandes batalhas de espada.