O negócio chamado drive-in

Drive-ins são solução para uma época de cinemas com salas fechadas

A pandemia do novo coronavírus acelerou grandes mudanças tecnológicas, mas também trouxe de volta uma tendência antiga. Os drive-ins correspondem hoje à maior parte das receitas de cinema em uma época em que as salas estão fechadas por causa da covid-19. 

Dez estados já aderiram aos drive-ins, são eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Distrito Federal e Santa Catarina. 

Montados em estacionamentos de shoppings, prédios e até universidades, os drive-ins já arrecadaram mais de R$ 120 mil nos últimos finais de semana e a previsão é que o número de locais funcionando aumente ainda mais: há projetos para instalação de cinemas do tipo na Bahia, em Pernambuco e no Espírito Santo. 

Quanto a programação, ela vai desde clássicos – como, por exemplo, “E.T: O Extraterrestre” – até filmes mais recentes – como o suspense “O Homem Invisível” e “Nasce uma estrela”. Filmes que fazem sucesso com crianças e adolescentes também fazem parte da programação como “Sonic – O filme”, “Shazam” e “Angry Birds: O Filme”.