MA apresenta o metro quadrado em construção civil mais caro entre capitais nordestinas

Maranhão é o estado com metro quadrado mais caro de todo o Nordeste (foto: reprodução)

No começo desta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgou que o Maranhão tem o custo por metro quadrado mais caro do Nordeste na construção civil. Sem a desoneração da folha de pagamento, o metro quadrado maranhense ficou R$ 1.900, em contrapartida, com a desoneração, o resultado foi de R$ 1.115, baseado em dados de dezembro de 2019.

A inflação registrada foi de 4,47%, o que também resultou em elevar o custo de construções durante o ano de 2019, de acordo com o índice que mede o custo para o setor habitacional por metro quadrado. Além do Maranhão, outros estados ficaram mais caros para construção, Minas Gerais, por exemplo, apresentou as maiores taxas de inflação no ano passado, com 6,7%, logo em seguida, como 6,66% esteve Santa Catarina.

Metro quadrado no Nordeste (R$)

Maranhão (R$ 1.115,00); Piauí (R$ 1.101,61); Paraíba (R$ 1.101,57); Bahia (R$ 1.067,63); Ceará (R$ 1.066,63); Alagoas (R$ 1.044,39); Rio Grande do Norte (R$ 1.040,49); Pernambuco (R$ 1.035,54) e Sergipe (R$ 987,88).

Variação no ano Nordeste

Maranhão – 4,474%; Piauí – 4,41%; Bahia – 3,18%; Ceará – 2,96%; Pernambuco – 2,17%; Alagoas – 2,17%; Sergipe – 1,91%; Rio Grande do N/orte – 1,54% e Paraíba – 1,53%.

Em novembro do ano passado, o custo nacional da construção, por metro quadrado, ficou em R$ 1.56,31 saltou para R$ 1.15,81, valendo ressaltar que R$ 605,54 relativos aos materiais e R$ 553,17 à mão de obra. Em meio às elevações de valores, houve queda relacionada a alguns materiais tendo 0,13% com uma diferença de 0,30 ponto percentual no mesmo período.

Alta na mão de obra

Também teve alta apresentada pela mão de obra (0,59), ficando bem acima do resultado obtido no mesmo período, no ano passado, que esteve em 0,02%. O resultado acumulado no ano de 2019 registrou alta de 4,54% nos materiais, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 3,47%. Em 2018, a parcela dos materiais fechou em 6,30% e a mão de obra, em 2,45%.