Presidente da AEB visita capital para mostrar oportunidades do setor aeroespacial

O presidente da Agência Espacial Brasileira falou sobre os desafios e oportunidades que o setor aeroespacial trará para o Maranhão

Carlos Augusto Teixeira de Moura, presidente da Agência Espacial Brasileira (foto: reprodução)

Coloboração de Gil Maranhão (pelo Jornal Pequeno)

Nesta quinta (28) e sexta-feira (29), membros da comunidade acadêmica de São Luís terão uma oportunidade única. O Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Augusto Teixeira de Moura, está na ilha para conversar com públicos estrategicamente escolhidos.

Hoje (28) às 18h30, Moura falará para universitários na Faculdade ISL Wyden, no Calhau, sobre os desafios e oportunidades que o setor aeroespacial trará para o Maranhão.

Amanhã (29), às 14h, será a vez da UFMA, no Centro Pedagógico Paulo Freire. O tema da palestra, em anúncio feito pelas redes sociais, é “Perspectivas para o setor Aeroespacial Brasileiro via Centro Espacial de Alcântara“.

Segundo Moura, haverá uma grande demanda por engenharia de sistemas e de operadores bem qualificados para fazê-los funcionar. Para ele, grande parte dos recursos espaciais está na prestação de serviços, o que abriria oportunidades para profissionais e empresas maranhenses.

Saiba mais sobre sua participação na área aeroespacial do presidente da AEB clicando aqui.

Alcântara como polo espacial

No evento de hoje à noite na Faculdade ISL Wyden, os participantes saberão das expectativas da Agência com o Centro de Lançamento de Alcântara, após a aprovação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas ( AST) pelo Congresso Nacional e promulgação pela presidência da República.

A instituição ISL Wyden acaba de lançar um MBA em Tecnologia Aeroespacial. O curso se destina a graduados em engenharias diversas e/ou profissionais de outros ramos com conhecimentos básicos nas áreas de programação e matemática.

A iniciativa partiu do CEO da faculdade Rodrigo Marques. O empresário e educador, com vivência profissional no Vale do Silício (EUA), viu a oportunidade para oferecer ao mercado uma formação diferencial, com alta demanda, a partir da aprovação do AST.

Além de interesse no setor aeroespacial, um dos requisitos é que os ingressantes tenham competências com ferramentas computacionais, processamento de dados, modelagem, simulação e controle de sistemas.