Artistas que apostam em startups avaliam estratégias digitais

A startup Daisie recebeu como aporte inicial o valor de 2,5 milhões de dólares

Maisie Williams, fundadora da Daisie (foto: reprodução)

Está rolando a edição de 2019 do Tech Crunch Disrupt e vários artistas – que também emergiram no ecossistema de startups – passaram pelos palcos do evento. A atriz Maisie Williams, a Arya de Game of Thrones foi uma das convidadas deste ano. Para seus fãs, é mais motivo para enaltecer a celebridade que é dona e proprietária da startup Daisie, mostrando que, além da arte, ela também se preocupa e se envolve com tecnologia e empreendedorismo.

Filmes, fotografias e outras artes

Maisie, que atrelou a vida artística à criação da startup, desenvolveu uma espécie de rede social onde engloba criadores de filmes, fotografias e outros tipos de artes com fins colaborativos. A atriz declarou durante sua participação no evento que a meta agora é identificar seguidores e compradores para a produção. Ela afirma estar muito animada em construir uma nova forma de fazer entretenimento.

Menos foco nas métricas tradicionais de “popularidades”

Segundo ela, o principal diferencial de sua rede é ser menos focado nas métricas tradicionais de “popularidades”. Seu desejo não é a contagem de seguidores, compensar as pessoas por esses tipos de métrica pode ser bastante prejudicial e fazer com que outros sintam que, nem sempre o que é popular é o melhor. Só porque alguém faz algo que não é apreciado por muitas pessoas, não significa que não seja incrível.

US$ 2,5 milhões em investimento inicial

Em busca de uma nova rodada de investimentos, o aporte inicial foi de 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 10 milhões). No início do ano a Daisie conquistou mais de 100.00 membros.

Ao ser questionada sobre captação de recursos, a atriz informou que iniciará em breve, que deseja trabalhar em parcerias por meio das quais os usuários possam ter um briefing real de um cliente real e apresentar suas ideias, depois de executá-las e ter um orçamento e serem pagos pelo seu trabalho, o que é uma das coisas mais difíceis dentro da indústria criativa.

No momento, a startup tem uma comunidade real maravilhosa que está prosperando e criando esses projetos incríveis. Mas acredita que ao transferir isso para o mundo real, com clientes, promoverá parcerias e ajudará as pessoas a conseguirem trabalhos, finaliza.


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