Caged aponta o Maranhão como o 2º maior em saldo de contratações da região Nordeste

Entre os meses de janeiro a julho de 2019, o Maranhão apresentou resultado líquido positivo de 6,1 mil admissões

No saldo acumulado registrado entre os meses de janeiro a julho de 2019, o Maranhão apresentou resultado líquido positivo de 6,1 mil admissões, o 2º melhor do Nordeste. É o que apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

De acordo com análise do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), no acumulado do ano até agora, o Maranhão, a Bahia (+28 mil) e o Piauí (+519), apresentam os resultados positivos da Região Nordeste.

Segundo o Imesc, o Maranhão registrou saldo de 25 admissões líquidas no mês de julho de 2019. O saldo positivo para o mês decorreu, principalmente, da performance do setor da Construção civil (+656), especialmente em micro e pequenas empresas.

Quanto à distribuição dos empregos gerados no território maranhense, 95 municípios apresentaram resultado positivo no acumulado de janeiro a julho de 2019, com destaque para a capital São Luís (+4,4 mil), Campestre do Maranhão (+1,2 mil) e Aldeias Altas (+896). 

Nordeste

No âmbito regional, todas as cinco regiões apresentaram resultados positivos na geração de vagas de emprego formal em julho de 2019, sobretudo o Sudeste (+23,9 mil). No Nordeste, seis dos nove estados da região registraram criação de vagas de empregos formais em julho, com destaque para Paraíba (+1,9 mil) e Alagoas (+1,5 mil). 

No acumulado do ano, a região segue com perda de vagas, sendo que, somente Bahia (+28 mil), Maranhão (+6,1 mil) e Piauí (+519) apresentam resultados positivos.

Nacional

Ainda de acordo com os dados do Caged, o país registrou saldo de 43,8 mil empregos formais no mês de julho de 2019. Decorrente de 1.331.189 admissões e de 1.287.369 desligamentos, o resultado corresponde a 3,5 mil empregos a menos quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.

O saldo atual configura o quarto mês consecutivo de crescimento do emprego formal brasileiro. A maioria dos setores de atividade apresentaram resultado positivo no mês, destacando-se a Construção Civil (+18,7 mil), os Serviços (+8,9 mil) e a Indústria de Transformação (+5,3 mil).