Apple anuncia iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max

Os novos celulares virão com o processador A13 Biopic

As novas versões da linha de celulares da Apple foram anunciadas deixando o número romano de lado. A empresa preferiu usar iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max como nomes para seus três novos aparelhos.

Os preços para o Brasil ainda não foram divulgados, assim como a data de lançamento, mas, nos EUA, o modelo mais básico custará US$ 699, valor um pouco abaixo da versão XR, que chegou ao mundo custando US$ 749 no ano passado. No Brasil, o iPhone XR chegou custando R$ 5.199.

O iPhone 11 Pro custará a partir de US$ 999 e o iPhone 11 Pro Max tem preço mínimo de US$ 1.099. Os modelos começam a ser vendidos em 20 de setembro no mercado norte-americano e em mais de 30 países.

O iPhone 11 permanece apenas com duas câmeras, mas, se levarmos em conta que ele é a nova versão do iPhone XR, que possuía apenas uma lente, trata-se de um upgrade interessante. A dupla de lente funciona com resolução de 12 Megapixels cada uma. A lente “extra”, uma grande ocular, tem a função de ampliar o ângulo de visão.

A grande novidade dos aparelhos é que agora as versões “Pro” funcionam com uma câmera tripla. O design mudou muito na parte de trás dos iPhones, o que confirma os rumores que circularam antes do anúncio oficial. A alteração foi feita para encaixar a terceira lente nos modelos “Pro” e acomodar um sensor na versão tradicional. Com isso, um quadrado no canto superior à esquerda passa a abrigar todas as câmeras e o flash.

O conjunto de câmeras triplas dos modelos “Pro” é composto por uma lente principal de 12 MP, uma lente grande angular de 12 MP, e uma teleobjetiva de 12 MP, mesmas resoluções vista na família Galaxy S10, com exceção da grande angular da versão S10+, que é de 16 MP.

Os aparelhos ganharam ainda um modo noturno para melhorar fotos tiradas em ambientes com pouca luz, além de um flash melhor e maior qualidade de vídeo. A câmera frontal será capaz de filmar em 4K e produzir imagens em slow motion (a 120 quadros por segundo).

A dupla de iPhones Pro foi equipada com um novo recurso, chamado de Deep Fusion. Antes de você sequer apertar o botão para tirar fotos, os aparelhos já registram nove imagens; quando você finalmente aperta o botão, eles captam uma imagem com longa exposição (não é tão longa assim, já que dura alguns segundos).

Depois, uma parte do chip A13 Bionic responsável pela engenharia neural (um ramo da inteligência artificial) analisa pixel a pixel em busca de qual é o melhor. O resultado é uma combinação dos melhores elementos pictóricos digitais.

Além disso, é possível agora usar o modo retrato, mas manter a imagem “mais distante”. O modo geralmente aproxima o que irá ficar em primeiro plano, dando um zoom. Agora, é possível trocar a lente e ter o efeito desfoque mesmo com a imagem mais distante.

Os três aparelhos tiveram a bateria turbinada, que ainda contará com eficiência maior graças ao processador. A promessa da Apple é de que a bateria durará bem mais em comparação com o iPhone XS: a autonomia do iPhone 11 será de uma hora superior; a do iPhone 11 Pro, de 4 horas a mais, e a do iPhone 11 Pro Max, de 5 horas a mais. A empresa não costuma divulgar a especificação da bateria em miliampères-hora (mAh).

O iPhone 11 estará disponível em seis cores: roxo, verde, preto, branco, dourado e vermelho. Já os iPhones 11 Pro e Pro Max virão em quatro cores: verde, cinza, prata e dourado. Toda a família de novos iPhones manteve a média de tamanho de tela. Os aparelhos mantiveram o recorte no topo da tela para acomodar a câmera.

No evento também foram lançados um iPad com telona de 10,2 polegadas custará US$ 329, Apple Watch Series 5 com botão de emergência e novo display e foi anunciado que o Apple Arcade fornecerá jogos por US$ 4,99 por mês a partir de 19 de setembro.


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