Acordo para uso da base de Alcântara é aprovado pela Comissão da Câmara dos deputados

Foram 21 votos favoráveis e 5 contras

Deputado Hildo Rocha (último da direita) relator da matéria (foto: reprodução)

Segundo matéria publicada pelo Jornal Pequeno, na última quarta-feira (21), a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados aprovou o relatório do deputado Hildo Rocha (MDB-MA) em que propunha a votação do relatório de Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST). O governo brasileiro e americano já haviam assinado esta mesma ata em março deste ano, para a possibilitar a implementação do Centro de Lançamento de Foguetes de Alcântara.

21 votos favoráveis

Com diversos impasses e várias mudanças na data em decorrência da conta da obstrução feita por partidos opostos ao Governo do atual presidente, Jair Bolsonaro, a reunião iniciou às 9h do dia 21 findando somente após às 13h. Durante esse tempo, a votação se deu da seguinte maneira: foram 21 a favor, contra 5 contra. A cobertura da reunião foi acompanhada pela reportagem do Jornal Pequeno, em Brasília.

Mais um importante passo

O deputado Hildo Rocha declarou em entrevista cedida ao Jornal Pequeno que essa foi uma vitória do Maranhão. Uma vitória de Alcântara. Uma vitória do povo brasileiro, de quem quer o crescimento econômico do Brasil e o desenvolvimento do programa aeroespacial do nosso país.

Bancada Federal do Maranhão no Congresso Nacional

Diversos nomes da política maranhense acompanharam a reunião, entre eles estiveram; Hildo Rocha (relator da matéria), Eduardo Braide, Pedro Lucas Fernandes, Bira do Pindaré, Zé Carlos, Márcio Jerry, Gil Cutrim, Gustavo Vieira, Aluísio Mendes, Edilázio Júnior e Juscelino Filho – coordenador da bancada. Mesmo aqueles que não integraram a Comissão, estiveram representando a Bancada Federal do Maranhão no Congresso Nacional.

O acordo de salvaguardas tecnológicas foi criado com intuito de proteção de conteúdo com tecnologia americana usando no lançamento de foguetes e mísseis a partir da base de Alcântara. Com a maioria do mercado espacial usando a tecnologia americana (80%), portanto, para não limitar o uso dessa tecnologia pela base brasileira foi proposto o acordo citado.

O texto também se refere à não proliferação de tecnologias de uso dual, quando elas podem ser usadas tanto para fins civis quanto militares, por exemplo, o lançamento de mísseis.