Governo debate estratégias para fomento da cadeia produtiva do arroz no Maranhão

Em reunião a Seinc destacou as tratativas que estão sendo mantidas com o Sindarroz para esclarecer as dúvidas do setor e atrair o beneficiamento da produção e das indústrias de arroz maranhenses

Possibilidades de aumento e estimulo a produção de arroz no Maranhão são debatidas em encontro que reuniu o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, o Sindicato das Indústrias de Arroz do Estado do Maranhão (Sindarroz) e indústrias filiadas à associação, nesta terça-feira (22), em São Luís.

Foram pautas na reunião, o percentual de consumo e fomento; faturamento da cadeia; isonomia e competitividade local; sinergia com o comércio atacadista; mercados interno e interestadual; benefícios para a cadeia produtiva e oportunidades de consumo dentro do Maranhão.

Simplício Araújo destacou as tratativas que estão sendo mantidas com o Sindarroz para esclarecer as dúvidas do setor e atrair o beneficiamento da produção e das indústrias de arroz maranhenses.

Segundo o secretário da SEINC, as ações são mecanismos que viabilizam maior competitividade local, geração de emprego e renda e estímulo para a cadeia produtiva do arroz, alimento tradicional do Maranhão, onde existe forte vocação para produção dessa cultura.

Em muitas frentes, Araújo acrescentou que as cadeias produtivas embalam o desenvolvimento econômico estadual.

Produção maranhense – O Maranhão é o maior produtor de arroz do Nordeste e o 5º maior do Brasil, com 320 mil toneladas de produção. O Estado fechou a última safra com 166 mil hectares de área plantada e 1.925 em kg/ha de produtividade. A estimativa da Conab prevê pouco mais de 266 mil toneladas em produção para a atual safra do estado.