Desemprego cai para 11,9% e tem a menor taxa do ano

A população ocupada somou 92,6 milhões de pessoas

Movimento de julho a setembro foi impulsionado pelo aumento do trabalho informal (Foto: Reprodução)

A taxa de desemprego no país caiu para 11,9% no terceiro trimestre, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (30). O índice caiu em relação aos 12,4% registrados no trimestre anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado, também 12,4%.

O movimento de julho a setembro foi impulsionado pelo aumento do trabalho informal, que fez a população ocupada aumentar em 1,5% no período, somando 92,6 milhões de brasileiros. A população desocupada ficou em 12,5 milhões, ou seja, 3,7% a menos do que no segundo trimestre deste ano e 3,6% a menos do que no terceiro trimestre de 2017.

A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,2% no trimestre de julho a setembro de 2018 e variou negativamente 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (24,6%). O IBGE entende que a taxa ficou estável em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando registrou 23,9%.

Segundo o IBGE, o país registrou 4,8 milhões de pessoas em situação de desalento (que desistiram de procurar emprego), o total de pessoas recuou 1,2%. O número ficou estável em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, porém, este indicador apresentou alta de 12,6%, ou seja, mais 600 mil pessoas desalentadas.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.222 no trimestre terminado em setembro. O resultado representa alta 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ R$ 200,7 bilhões no trimestre encerrado em setembro, alta de 2,2% ante igual período do ano anterior.


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