Produtos e serviços certificados pelo INPI ganham representação em mapas

Usada para identificar a origem de produtos ou serviços e referenciar quando determinado local se torna conhecido em função da qualidade de algum produto, O Selo de Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) aumentou o número de indicações em 2018.

A versão do Mapa das Indicações Geográficas do Brasil, fruto de uma parceria do INPI com o IBGE alcançou o número de 58 Indicações Geográficas certificadas no Brasil.

Elaborado na escala 1:5.000.000 (onde 1 cm = 50 km), o mapa está disponível aqui.
As indicações deste ano receberam Selos de Indicação de Procedência: a farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul (AC), o guaraná de Maués (AM), o queijo de Colônia Witmarsum (PR), as amêndoas de cacau da região do Sul da Bahia e o socol de Venda Nova do Imigrante (ES).
Os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos (RS), o camarão da Costa Negra (CE) e as rendas de Divina Pastora (SE) e do Cariri (PB) são alguns exemplos de produtos brasileiros com Indicações Geográficas consagradas, assim como as cachaças de Paraty (RJ), Salinas (MG) e Abaíra (BA), o artesanato em estanho de São João Del-Rei (MG), as opalas e joias artesanais de Pedro II (PI), o mel do Pantanal (MT/MS) e de Ortigueira (PR), a própolis vermelha dos manguezais de Alagoas e as panelas de barro de Goiabeiras (ES), entre outros.
Distribuídas por todas as regiões geográficas brasileiras, as Indicações Geográficas foram definidas pelas próprias associações, sindicatos e cooperativas de produtores locais e estão certificadas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.