Maranhão tem destaque positivo na venda varejista em agosto

Estado figura entre os destaques onde a variação superou a média nacional

O comércio varejista brasileiro teve aumento de 1,3% em agosto em comparação com julho, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (11). O aumento no volume de vendas ocorreu três meses de queda, período em que houve uma perda acumulado de 1,5%, segundo o IBGE.
Com isso, a média móvel trimestral (0,3%) reverteu o sinal negativo observado em julho (-0,5%).

O Maranhão figura entre os destaques onde a variação superou a média nacional de 4,1%. Logo após a Paraíba que registrou aumento de 14,1% e junto ao Espírito Santo que teve a mesma média, o Maranhão obteve saldo positivo de 9,6% nas vendas do setor varejista.
Frente a agosto de 2017, a variação das vendas do comércio varejista nacional foi de 4,1%, com 23 das 27 Unidades Federativas

Os destaques positivos, por ordem de contribuição na formação da taxa global do varejo, vieram de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,5%), setor de maior peso na estrutura do varejo, seguido por Outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,5%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,4%). Ainda com taxas positivas, figuram-se: Tecidos, vestuário e calçados (2,9%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,1%).

Por outro lado, pressionando negativamente, encontram-se Combustíveis e lubrificantes (-2,0%) e Móveis e eletrodomésticos (-2,4%) seguidos por Livros, jornais, revistas e papelaria (-12,0%). sete das oito atividades pesquisadas: Tecidos, vestuário e calçados (5,6%), Combustíveis e lubrificantes (3,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,5%), Móveis e eletrodomésticos (2,0%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,7%) Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%).

A única atividade com taxa negativa em agosto foi Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,5%), que mostra comportamento predominantemente negativo desde maio, acumulando perda de 9,7% nesse período.


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