Opção por pós-pagos crescem 13,5%, diz Anatel

Ao passo que os pós-pago aumentam os prés diminuem

A Telefônica, dona da marca Vivo, espera investir mais no Brasil em 2019 que neste ano (Foto: Reprodução)

Os números apontam uma tendência de crescimento das linhas pós-pagas no último. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que até o mês de agosto, o país fechou com 94,98 milhões de linhas ativas, um crescimento de 11,30 milhões na comparação ao mesmo período do ano anterior.

Ao passo que os pós-pago aumentam os prés diminuem. Nos últimos 12 meses, o número de linhas pré-pagas teve redução de 12,05%. Em relação a agosto de 2017, foram registradas menos 19,39 milhões de linhas pré-pagas. De cada 100 linhas móveis no país, 59 são pré-pagas contra 41 pós-pagas.

“Os quatro principais grupos da telefonia móvel no país detêm 228,77 milhões de linhas em operação (97,61% do mercado). A Vivo tem 74,96 milhões de linhas móveis (31,98%); a Claro, 58,80 milhões (25,09%); a TIM, 56,17 milhões (23,97%); e a Oi, 38,84 milhões (16,57%). As pequenas prestadoras da telefonia móvel, juntas, somam 5,60 milhões de linhas (2,39%)”, informou a Anatel.

Entre as tecnologias usadas, a 4G foi a que mais cresceu em 12 meses, com mais 34,14 milhões de linhas e percentual de 38,58%; seguida das linhas M2M (comunicação entre máquinas), com expansão de 23,89% e mais 3,40 milhões de acessos. A maior redução ocorreu nas linhas 3G, com queda de 33,65% e menos 34,29 milhões de linhas e as de 2G, que perderam 11,05 milhões de linhas e tiveram queda de 29,44%.
Com isso, as linhas de 4G representam mais da metade das linhas ativas no mercado, com 52,33% de participação e totalizando, em agosto, 122,65 milhões de unidades. Em seguida. vêm as linhas de 3G, que somam 28,85% de participação e 67,61 milhões. As de tecnlogia 2G somam 26,49 milhões de linhas e 11,3% do mercado. As linhas móveis voltadas para aplicações máquina-máquina (M2M) são 17,62 milhões, participação de 7,52%.

Com Agência Brasil