Produção de papel e celulose entre os maiores negócios do Maranhão

Suzano amplia sua capacidade de produção para 1,65 milhões de toneladas anuais

Data: 11/04/2016 Local: Imperatriz - MA Cliente: Suzano Ref1: Industrial Ref2: Imperatriz - MA Job: Imperatriz - 11/04/16 Assunto: Fachada da fábrica da Suzano em Impretriz - MA. Fotógrafo: Sérgio Zacchi

Presente na vida da população desde a hora de imprimir um documento até o de ir ao banheiro, a celulose figura na vida da população e claro, nos negócios maranhenses. Principal produto da carga geral movimentada no Porto do Itaqui – outra pauta da nossa sequência de matérias especiais realizadas pelo São Luís do Futuro – é fabricada e comercializada no estado por meio da Suzano Papel (SUZB3).
Investindo 2,4 bilhões para operar no Maranhão – onde desenvolve suas atividades desde 2013 – a Companhia começou com capacidade de produção de 1,5 milhão e, em 2017 teve sua capacidade ampliada para 1,65 milhões de toneladas anuais. A unidade, localizada no município de Imperatriz, gera pouco mais de 5 mil empregos diretos e possui aproximadamente 1300 colaboradores próprios.
Desde sua chegada, contribuiu com um aumento de 75% no PIB da cidade de Imperatriz, levando a cidade, a segunda maior do estado ao posto de segunda maior exportadora do Maranhão.
Desde o ano passado, a empresa começou a investir no segmento de papéis sanitários. Antes de iniciar a fabricação do produto vendido diretamente aos consumidores, nas marcas Max Pure ® e Mimmo® a empresa investiu na produção de jumbo rolls (bobinas gigantes de papel), usadas na confecção do papel higiênico por empresas do setor.
Em entrevista ao nosso portal, o Gerente Executivo Industrial da Unidade Imperatriz da Suzano Papel, José Ventura, comentou sobre o ingresso dos negócios da empresa neste segmento.
“O início da produção de tissue no Maranhão representa a entrada em um mercado adjacente e potencial na região. A inauguração é mais uma etapa do ciclo de investimentos da nossa empresa na construção de duas fábricas de papéis sanitários, usados na confecção de papel higiênico, papel toalha, lenços de papel e guardanapos, entre outros itens.
Com foco no Nordeste, a marca Mimmo, produzida pela Suzano Bens de Consumo entrou no mercado de papéis higiênicos para se somar a parte dos R$ 7,1 bilhões que são produzidos por ano no país. A meta do projeto é ambiciosa: assumir a liderança do setor na região nos próximos anos. Com preço competitivo nas gôndolas dos supermercados, a marca tem tudo para alcançar seu objetivo. “A fábrica de produção de bobinas usadas na confecção de papéis sanitários (tissue) na Unidade Imperatriz é a maior fábrica desse tipo no estado do Maranhão e tem capacidade para produção de até 60 mil toneladas de papéis por ano. Além disso, a fábrica é considerada uma das maiores e mais modernas plantas de produção de celulose de fibra curta do mundo”, respondeu José Ventura sobre o diferencial da empresa no mercado maranhense.
Segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e a maior fabricante de papéis de imprimir e escrever da América Latina, a companhia também arrematou em julho um terminal no Porto do Itaqui durante o leilão para arrendamento de áreas em portos promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.